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terça-feira , 13 novembro 2018
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Plantio de mudas dá início à recuperação da bacia do Camaquã
Foto: Diogo Versari/WWF-Brasil

Plantio de mudas dá início à recuperação da bacia do Camaquã

Ação coletiva realizada dia 24 de outubro deu início ao plantio de 2.250 mudas de árvores de espécies nativas da Mata Atlântica no Parque Bento Gonçalves, na cidade de Cristal (RS), na área da aldeia indígena Tavaí, e faz parte dos esforços de restauração da bacia do rio Camaquã. A área total restaurada será de 250 hectares até o fim de dezembro. A Iniciativa faz parte do projeto Conservação e Restauração de Florestas no Bioma da Mata Atlântica, fruto da parceria entre o WWF-Brasil e TANAC/TANAGRO, empresa do ramo florestal.

O evento é resultado de estudos técnicos desenvolvidos na região desde o início da parceria, em 2016, sendo a área selecionada considerada prioritária para ações de conservação ambiental. A identificação só foi possível graças ao envolvimento dos agentes locais e com o apoio dos moradores da região.

Foram utilizados oito critérios técnicos para avaliar e identificar os locais prioritários para a restauração. “Houve uma convergência de dados de risco apontando para o restauro no Parque Bento Gonçalves. O local tem importante valor ecológico pois atua diretamente no equilíbrio ambiental do Rio Grande do Sul, protegendo nascentes de rios e servindo de abrigo para diversas espécies. Por isso, o evento foi emblemático ao unir toda a comunidade dentro de uma aldeia indígena”, comenta Diogo Versari, consultor do WWF-Brasil.

O evento contou com a presença de mais de 90 pessoas, como a prefeita da cidade de Cristal, membros do Comitê da Bacia do Rio Camaquã, extensionistas da EMATER-RS (Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural), mais de 60 estudantes de escolas agrícolas da região, além de representante do WWF-Brasil e TANAC/TANAGRO.

A parceria firmada entre a TANAC/TANAGRO e o WWF-Brasil realizou um processo de mapeamento de áreas prioritárias de conservação da Mata Atlântica presentes em 5 cidades da metade sul do Rio Grande do Sul. A partir dos estudos realizados, foram diagnosticadas oportunidades para o desenvolvimento de ações, que incluem compartilhamento de boas práticas, atividades de conservação e educação ambiental voltadas para os moradores da região.

Via WWF-Brasil

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