# Estudo mostra que lixo plástico pode ser convertido em energia | Green FM
quarta-feira , 17 outubro 2018
Home /
Estudo mostra que lixo plástico pode ser convertido em energia
Creative Commons

Estudo mostra que lixo plástico pode ser convertido em energia

Um novo estudo coordenado pelo The Earth Engineering Center (EEC) da City College de Nova York mostrou que é possível transformar resíduos plásticos em energia e combustíveis. De acordo com os cientistas, o que a está sendo descartando hoje pela humanidade é, na verdade, um recurso rico em poder energético.

Marco J. Castaldi, professor de Engenharia Química e diretor do EEC, realizou experiências com resíduos plásticos não recicláveis com a ajuda de uma nova tecnologia de reciclagem química chamada gaseificação, capaz de transformar materiais residuais em combustíveis.

A adição dos resíduos plásticos ao processo de gaseificação ajuda a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, enquanto reduz significativamente a quantidade de resíduos para aterros sanitários em até 76%, diz a pesquisa publicada pelo American Chemistry Council. No estudo, os efeitos do aumento da porcentagem de plásticos não reciclados foram medidos na Enerkem, uma empresa de energia com sede em Montreal, em colaboração com a cidade de Edmonton, em Alberta, Canadá.

“Este estudo demonstra que, como os plásticos ricos em carbono e hidrogênio têm alto conteúdo energético, existe um tremendo potencial para usar tecnologias como a gaseificação para converter esses materiais em combustíveis, produtos químicos e outros produtos”, disse Castaldi.

O pesquisador acrescenta que os plásticos não recicláveis não podem ter o seu ciclo de vida encerrado quando são descartados no uso cotidiano. “Eles ainda podem ser transformados em energia, algo que a sociedade precisa muito”, diz Castaldi. O estudo é, portanto, mais um alerta de que a comunidade internacional deve se ligar em todas as pesquisas com finalidade ambiental para que o uso sustentável do plástico seja revisto o mais rápido possível.

Via Phys.Org

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

Scroll To Top