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quarta-feira , 17 outubro 2018
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Estudo aponta relação entre mobilidade urbana e bem-estar social
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Estudo aponta relação entre mobilidade urbana e bem-estar social

Pesquisa do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica mostra que 19 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo apresentaram uma piora relativa em suas posições no ranking de qualidade de vida ao considerar os aspectos de mobilidade

O bem-estar da população está associado às questões de mobilidade de urbana, considerando que as dificuldades de acesso comprometem a qualidade de vida dos cidadãos. Essa é a premissa do estudo Acessibilidade e bem-estar: medindo algumas das privações da dimensão da mobilidade, listado no Hub de Estudos do Instituto Escolhas. Os resultados apontam que 19 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) apresentaram uma piora relativa em suas posições no ranking de qualidade de vida ao considerar os aspectos de mobilidade.

Para comprovar os resultados, os pesquisadores do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica, Vladimir Maciel, Maurício Fronzaglia, Paulo Scarano e Roberta Muramatsu, e a pesquisadora Mônica Kuwahara, da Universidade Federal do ABC, utilizaram três estratégias gerais. A primeira foi estabelecer indicadores de acessibilidade como aproximações das privações associadas à dimensão de mobilidade.

Para comprovar os resultados, os pesquisadores do Curso de Economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Vladimir Maciel, Maurício Fronzaglia, Paulo Scarano e Roberta Muramatsu, e a pesquisadora Mônica Kuwahara, da Universidade Federal do ABC, utilizaram três estratégias gerais. A primeira foi estabelecer indicadores de acessibilidade como aproximações das privações associadas à dimensão de mobilidade.

Um segundo conjunto de estratégias foi incorporar o indicador de acessibilidade a um índice sintético de bem-estar multidimensional, sensível à presença de desigualdades. A terceira estratégia buscou avaliar a eficiência da política pública na dimensão de transportes por meio de análise envoltória de dados, a qual confronta gastos municipais em transportes públicos e o TAI-M (Transport Acessibility Index for Municipalities, na sigla em inglês), que utiliza dados de tempo de deslocamento dos domicílios ao trabalho principal.

Ao avaliar os resultados, o trabalho revelou que, basicamente, os mesmos municípios da RMSP que têm sua posição no ranking piorada ao se acrescentar a dimensão acessibilidade são aqueles que se revelaram ineficientes nos gastos com transportes. Confira o estudo completo AQUI.

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