quinta-feira , 27 abril 2017
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Poluição atmosférica ataca “colesterol bom”
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Poluição atmosférica ataca “colesterol bom”

Um novo estudo da Universidade de Washington alerta para aos perigos da exposição ao carbono negro, também conhecido como fuligem.

Segundo os autores da pesquisa, há uma ligação entre o carbono negro e um maior risco de ataque cardíaco está na poluição atmosférica, porque o poluente possui uma capacidade para influenciar os níveis de colesterol bom (HDL).

O coração daqueles que vivem em zonas afetadas pela poluição ambiental, em locais com elevada exposição a níveis de PM2.5, está assim mais vulnerável e sujeito a possíveis problemas.

O estudo revela assim que há consequências reais para quem tem contato com o carbono negro e que as mulheres parecem estar mais vulneráveis aos efeitos nocivos deste “assassino silencioso”.

O estudo apontou que embora ambos os sexos sofram das consequências nocivas, o impacto da poluição atmosférica parece ter maior prevalência no sexo feminino.

O carbono negro contribui com o aquecimento global de forma semelhante à de outros poluentes, seja absorvendo o calor solar, ou promovendo a formação de nuvens que diminuem a superfície refletora das geleiras, o que faz com que o seu derretimento ocorra mais rapidamente.

As informações são da revista Arteriosclerosis Thrombosis and Vascular Biology.

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