segunda-feira , 20 novembro 2017
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1º de junho é o Dia da Liberdade de Impostos
imagem divulgação

1º de junho é o Dia da Liberdade de Impostos

Nesta quinta-feira, dia 1º de junho, o comércio varejista terá grandes descontos em estabelecimentos de 12 estados do país e no Distrito Federal. Parece uma grande promoção, mas trata-se da 9ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI), ação comandada pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) para conscientização da alta carga de impostos no Brasil e apoiar a simplificação tributária.

Para marcar a data, mil lojas e 10 shoppings em todo território nacional vão oferecer produtos com até 80% de desconto. Postos de gasolina também vão aderir a ação da CDL Jovem com a venda de 100 mil litros de combustível com cerca de 40% de desconto. Os preços, bem abaixo dos praticados normalmente, equivalem ao valor dos impostos embutidos nos produtos.

“A CDL Jovem resolveu criar esse movimento com uma forma de mostrar a alta carga de impostos que pagamos e fazer um alerta para que essa carga tributária seja revertida para a população. É complicado viver em um país onde 40% do salário do trabalhador se destina ao pagamento de impostos, ou seja, o consumidor trabalha cinco meses para pagar impostos e não tem o retorno nas estradas, nas ruas, na saúde e na educação. Isso precisa mudar”, ressaltou a coordenadora da CDL Jovem /CE, Fabiana Lucas.

O Brasil figura na lista dos países que possuem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Para se ter uma ideia, até o dia 31 de maio já havia sido arrecadado R$1 trilhão em impostos no Brasil.

Estimativa feita pela CDL Jovem, com base em estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra que em 2017, os brasileiros vão trabalhar aproximadamente 5 meses apenas para pagar impostos. Atualmente, trabalha-se o dobro do que na década de 1970 para pagar a tributação. “Mais de 40% do salário do trabalhador vai para o pagamento de impostos. Para o varejo, a situação inibe cada vez mais o consumo do cidadão”, acrescenta Guterres.

Via AI

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